Dermatologista

Segunda-feira, 30 de junho de 2014

Queda acentuada dos cabelos afeta quase 50% das mulheres


As brasileiras são as mulheres que mais gastam tempo e dinheiro com cabelo no mundo. O estudo aponta que o público investe em média R$ 40 por mês em produtos para as madeixas. Metade frequenta o cabeleireiro a cada duas semanas gastando R$ 125 por mês. Contudo, o hábito de cuidar dos cabelos se torna desagradável para as mulheres quando o cabelo começa a cair além da quantidade normal de 50 a 80 fios por dia. Este pode ser um indício de calvície.



O problema, que tem herança genética, afeta homens e mulheres. No caso das mulheres, a calvície é identificada quando o cabelo no topo da cabeça fica mais ralo e o couro cabeludo mais visível. Esses foram os sinais que levaram uma corretora de imóveis de 34 anos, de Uberlândia, que preferiu não se identificar, a procurar por ajuda médica. “Percebi que meu cabelo estava ficando pouco aos 24 anos. Nesta época, consultei dois médicos, que me deram o mesmo diagnóstico: estresse, mas não aprofundaram no meu caso. Eu também não dei importância.


Passado um tempo, procurei outra dermatologista que observou que a parte de cima do couro cabeludo estava com a mesma quantidade de fios que a parte de baixo, porém, mais finos. Então, recebi o diagnóstico de calvície e iniciei o tratamento.”


A dermatologista Cíntia Cunha diz que a calvície é a segunda maior causa de queda do cabelo entre as mulheres. “O problema afeta quase 50% da população feminina. Em muitos casos, atendo pacientes que pedem uma vitamina para evitar a queda, mas não é assim que funciona. É importante entender que existem várias causas para queda de cabelo,” disse.


fonte: correiodeurbelandia

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